Paulo Dias Lay

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História de Vida

Paulo Dias Lay nasceu em 18 de janeiro de 1955, na cidade de Santana do Livramento – RS, onde construiu toda a sua trajetória com integridade, afeto e um amor profundo pela família, pelos animais e pela vida. De espírito leve e coração generoso, Paulo foi um homem que deixou marcas profundas em todos que tiveram o privilégio de conhecê-lo. Católico de fé tranquila e silenciosa, viveu segundo valores de empatia, solidariedade e respeito. Sua missão profissional como médico veterinário era reflexo direto do seu cuidado com o próximo — e esse próximo, muitas vezes, tinha quatro patas e olhos brilhantes de gratidão. Ao longo da vida, cuidou com dedicação de incontáveis animais, deixando um legado de compaixão e serviço. Ao lado de sua esposa, Eliane Simone Castilho Lay, com quem dividiu 13 anos de união, viveu um amor baseado no companheirismo, no respeito mútuo e na leveza da convivência verdadeira. Deixou também três filhas e três netos, a quem amava profundamente, com um carinho que transbordava em cada palavra, em cada gesto, em cada preocupação de pai e avô sempre presente. Paulo era uma alma brincalhona, dessas que tornam a vida mais leve. Tinha um senso de humor cativante, uma risada fácil e uma forma especial de transformar qualquer encontro em um momento inesquecível. Era também um homem humano, sensível, profundamente apegado à família e disposto a ajudar quem quer que fosse — mesmo sem ser chamado. Nos momentos de lazer, sua grande paixão era criar cachorros. Encontrava alegria e realização em cuidar, conviver e compartilhar seu tempo com esses companheiros fiéis. A música gaúcha embalava sua vida, especialmente nas vozes de Mano Lima e na energia contagiante da canção Cadela Baia, que fazia parte da trilha sonora de seus dias felizes. Paulo costumava dizer que “não basta cuidar do próximo, é preciso também cuidar de si mesmo”. E viveu assim, com equilíbrio entre dar e viver, entre servir e amar. Partiu no dia 29 de maio de 2025, deixando uma ausência difícil de preencher, mas também um legado eterno de afeto, cuidado e alegria. Será lembrado como um homem que soube amar, sorrir, cuidar e ser presente. Um bom pai, bom filho, bom amigo — e uma alma que seguirá viva em cada lembrança, em cada história contada e em cada coração que ele tocou.

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