Francisca de Souza Rangel, carinhosamente conhecida por muitos como Fiquinha, Fifica ou Francisquinha, nasceu em São Gabriel em 9 de agosto de 1937 e viveu a maioria de sua vida em Santa Maria, onde faleceu em 11 de outubro de 2024. Francisca era profundamente religiosa, dedicando-se às práticas e crenças da fé cristã evangélica, uma paixão que compartilhava frequentemente com sua comunidade.
Em sua vida profissional, Francisca optou por trabalhar em casa e dedicou-se ao artesanato, onde encontrava grande satisfação em criar belas peças de tricô e crochê. Viúva após 40 anos de um casamento feliz, ela deixou dois filhos, Júlio e Sandra, e netos, que sempre iluminaram sua vida.
A paixão de Francisca pelo tricô e crochê não era apenas um hobby, mas uma maneira de sentir-se útil e realizada, criando peças que eram tanto práticas quanto esteticamente agradáveis. Seus amigos e familiares frequentemente a descreviam como uma mulher de muita disposição e persistência, sempre pronta para enfrentar os desafios da vida com um sorriso.
Embora não tivesse um interesse particular por música, sua vida era cheia de ritmo e melodia através das conversas e risadas que compartilhava com aqueles ao seu redor. Francisca era conhecida por seu espírito acolhedor e sua habilidade em transformar simples fios em trabalhos de arte que aqueciam corpos e corações.
Seu legado de amor, dedicação e arte vive nos corações de todos que tiveram o privilégio de conhecê-la, e nas peças de tricô e crochê que continuam a adornar as casas de amigos e familiares, cada um carregando uma pequena parte de sua história e de seu coração.